DICAS E
IDEIAS




Como escolher o vinho para o meu casamento?

Quando se pensa em escolher o vinho para a sua festa de casamento há uma série de fatores que devem ser levados em conta, tais como o número de convidados, o perfil deles, se o vinho será servido por todo o período da festa ou só no jantar e quais pratos irão acompanhar.

 

Vinho bom é vinho velho?

Engana-se quem pensa que vinho bom é só vinho velho, pois esse que é quase um mito que existe acerca da bebida cai por terra, porque é preciso levar em conta diversos fatores antes de entender que um vinho velho é um bom vinho.

“Vinhos com envelhecimento e um corpo é para quem já tem um paladar desenvolvido e bem apurado. Com muitas notas, os vinhos europeus pedem pratos mais potentes e com mais personalidade”, comenta Erick Domenico, chef do Buffet Colonial.

Enquanto alguns vinhos são elaborados para se tomarem depois de 2 ou 5 anos de envelhecidos, outros são produzidos para serem consumidos quase que instantaneamente, e depois desse tempo podem estragar.

 “Vinhos do novo mundo (não europeus) são feitos para serem bebidos ainda jovens. Além de terem um bom custo benefício, eles seguem um rigoroso controle e estão mais próximos do nosso paladar, podendo serem escolhidos pelo tipo de uva, desde a mais expressiva Carbenet Sauvignon até uma opção mais suave, com uma uva da variedade Merlot”, explica Erick.

 

Tinto ou branco?

Para pratos com carnes vermelhas, molhos de tomate e com sabores fortes os vinhos tintos são a melhor escolha, e eles devem ser mais tânicos (ácidos) de acordo com o nível de acentuação do paladar.

Vinhos brancos, espumantes e rosés são melhores para acompanhar pratos à base de peixes, verduras e molhos brancos, e devem ser servidos em torno de 9ºC.

Enquanto os vinhos brancos trazem maior frescor,  adequando-se aos pratos mais leves e dias mais quentes, os tintos caem muito bem para os dias com clima mais frio.

 

Algumas curiosidades

Estar atento à classificação dos vinhos também é uma ótima dica. Elas variam de acordo com a origem da bebida, por exemplo, os vinhos portugueses são designados da seguinte forma: VQRD/DOC (Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada/Denominação de Origem Controlada), os italianos DOC (Denominazione di Origine Controllata) e DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita) e os franceses AOC (Appellation d’Origine Contrôlée).

“Países como Portugal, França e Itália se destacam por ter uma vinicultura muito bem desenvolvida e com uma história longa, onde desenvolveram vinhos que se tornaram referência para o mundo dos vinicultores, sommeliers e adoradores de vinho”, ressalta o chef Erick.